Assinale só uma resposta em cada pergunta, sobre o comportamento do seu parceiro (ou seu próprio, no caso das perguntas 13 a 16):
É extremamente ciumento das pessoas que prestam atenção a Si ou justifica as acções dele dizendo que são por ciúme? Sim Não
Controla as suas finanças, os seus actos e até com quem Você se relaciona socialmente? Sim Não
Infunde-lhe medo por certas formas de olhar ou por acções e gestos tais como: partir ou danificar coisas, destruir coisas suas ou exibir alguma arma? Sim Não
Ameaça matá-la ou suicidar-se? Sim Não
É ele quem toma todas as decisões? Sim Não
Proíbe-a de ver ou falar com amigos e pessoas da família ou limita os seus movimentos e acções no exterior? Sim Não
Pretende que o abuso dele não tem importância ou que é de sua culpa ou nega o próprio abuso? Sim Não
Ameaça matar os seus animais de estimação? Sim Não
Vexa-a diante de outras pessoas, humilha-a, procura baralhá-la, levando-a a pensar se estará doida? Sim Não
Impede-a de obter um emprego ou de poder continuar no emprego que tem? Sim Não
Tira-lhe o seu dinheiro ou não lhe dá qualquer informação sobre as receitas e bens do casal? Sim Não
Ameaça tirar-lhe os filhos? Sim Não
Você torna-se calada quando ele está perto e tem medo de o fazer zangar-se? Sim Não
Você cancela planos no último momento? Sim Não
Você deixou de ver os seus amigos e os seus familiares, estando cada vez mais isolada? Sim Não
Você tem necessidade de explicar à família ou aos amigos escoriações e marcas roxas com que está? Sim Não
Resultado desta primeira parte do teste:
Conte as respostas "Sim".
Basta uma resposta "Sim", para que seja grande a probabilidade de a sua relação sentimental com tal parceiro a fazer correr riscos de abusos físicos, emocionais ou sexuais.
Veja agora qual a natureza desses riscos, respondendo à segunda parte do teste.
Pode estar envolvida numa relação emocionalmente abusiva se o parceiro:
Lhe chama nomes, a insulta ou a critica continuamente.
Não acredita em Si e actua de forma ciumenta ou possessiva.
Tenta isolá-la da família ou dos amigos.
Controla onde Você vai, a quem telefona e com quem está.
Não quer que esteja empregada.
Controla as finanças ou recusa partilhar o dinheiro.
Pune-a não tendo gestos afectivos.
assume que Você tem de lhe pedir autorização.
Ameaça agredi-la ou agredir os filhos, a sua família ou os seus animais de estimação.
Humilha-a por qualquer forma.
Pode estar envolvida numa relação fisicamente abusiva se o parceiro alguma vez:
Estragou ou danificou coisas quando está zangado (atirou objectos, deu murros nas paredes, bateu com as portas, etc.).
A empurrou, esbofeteou, bateu-lhe ou apertou-lhe o pescoço.
A abandonou num lugar perigoso ou desconhecido.
A assustou, conduzindo o carro de forma imprudente ou perigosa.
Usou qualquer arma para a ameaçar ou ferir.
Forçou-a a abandonar a sua casa.
Sequestrou-a na sua casa ou impediu-a de sair de casa.
Impediu-a de chamar a polícia ou de pedir socorro médico.
Feriu os seus filhos.
Usou força física em situações sexuais.
Pode estar envolvida numa relação fisicamente abusiva se o parceiro:
Considera as mulheres como objectos e admite que os papeis de ambos os géneros são rigidamente regulados.
Accusa-a de o trair ou mostra-se muitas vezes ciumento das suas relações externas.
Exige que se vista segundo um certo extilo sexual.
Insulta-a sexualmente ou chama-lhe nomes de natureza sexual.
Forçou-a ou manipulou-a alguma vez a ter relação sexual ou a praticar actos sexuais.
Domina-a à força durante a relação sexual.
Exigiu fazer amor quando Você estava doente ou cansada ou depois de a ter agredido.
Feriu-a com armas ou objectos durante o acto sexual.
Envolveu outras pessoas em actividades sexuais consigo.
Ignorou os seus sentimentos relativos a sexo.
Se em alguma destas questões da segunda parte do teste a sua resposta foi "Sim" é grande a probabilidade de risco por comportamento do seu parceiro. Mulher prevenida vale por duas.
Contacte os serviços de Apoio à Vítima e peça conselho.
Mas tenha o cuidado de não deixar rasto dessa sua actividade de obtenção de apoio que possa ser detectada pelo parceiro. Elimine os vestígios (ligações à Internet, ligações telefónicas, registos da sua agenda telefónica ou no seu diário, conversas com outras pessoas sobre estas questões) a que o parceiro possa aceder. Melhor ainda, use meios que ele não possa controlar (cabines públicas, cibercafés, telefones do emprego).